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ALEMANHA

Alemanha

A Alemanha é um Estado federal da Europa central membro da União Europeia. A Alemanha é limitada a norte pelo Mar do Norte, pela Dinamarca e pelo Mar Báltico, a leste pela Polónia e pela República Checa, a sul pela Áustria e pela SuíçaFrança, Luxemburgo, Bélgica e Países Baixos. A capital da Alemanha é Berlim e a língua nacional oficial é o alemão.

História da Alemanha

Alemanha - Aguia

História da Alemanha.

Embora a língua alemã exista há mais de mil anos,o país conhecido atualmente como Alemanha foi unificado somente em 1871, em Versalhes, quando o Império Alemão, dirigido pela Prússia, foi constituído. A Alemanha permaneceu um império com povos de diferentes origens nacionais por mais 50 anos. Este foi o segundo "Reich" alemão. "Reich" é traduzido geralmente por "império" mas pode também significar "reino" ou "país".                                                                             


Política da Alemanha

Política da Alemanha.

A Alemanha é uma democracia constitucional federal, cujo sistema político foi criado com a constituição de 1949, chamada Grundgesetz (Lei Básica). Tem um sistema parlamentar em que o chefe de governo, o Bundeskänzler (Chanceler Federal), é eleito pelo parlamento

O parlamento, chamado Bundestag (Dieta Federal), é eleito de quatro em quatro anos por voto popular, usando um complexo sistema que combina o voto directo com representação proporcional. Os 16 Bundesländer (Estados) estão representados federalmente no Bundesrat (Conselho Federal), que tem palavra no processo legislativo. Nos últimos tempos, tem havido alguma controvérsia sobre o facto de o Bundestag e o Bundesrat bloquearam decisões um do outro, o que dificulta a ação efectiva do governo.

A função de chefe de Estado é do Bundespräsident (Presidente Federal), cujos poderes estão limitados apenas a funções cerimoniais e de representação do Estado. O Bundespräsident é eleito pela Bundesversammlung (Assembleia Federal) que engloba todos os membros do Bundestag e o mesmo número de membros enviados pelos parlamentos do Länder (Landtage)...

O braço judicial inclui o Tribunal Constitucional, chamado Bundesverfassungsgericht, que pode bloquear qualquer acto de legislação ou administração se estes forem considerados inconstitucionais

Geografia da Alemanha.

Alemanha - Mapa

Geografia da Alemanha.

A Alemanha estende-se desde as altas montanhas dos Alpes (o ponto mais elevado é o Zugspitze com 2 962 m) no sul até às costas do mar do Norte e do mar Báltico no norte. Pelo meio, estendem-se as terras altas, florestadas, da Alemanha central e as terras baixas da Alemanha do norte (o ponto mais baixo é o Neuendorfer/Wilstermarsch, com -3.54 m), atravessadas por alguns dos maiores rios da Europa, como o Reno, o Danúbio e o Elba.

A República Federal tem fronteiras a norte com a Dinamarca, a leste com a Polónia e a República Checa, a sul com a Áustria e a Suíça e a oeste com a França, o Luxemburgo, a Bélgica e os Países Baixos.

O clima é por vezes imprevisível. No pino do verão, um dia pode ser quente e solarengo e o dia seguinte frio e chuvoso. No entanto, condições climatéricas verdadeiramente extremas, como secas severas, tornados, tempestades de granizo, frio ou calor extremo, etc., são extremamente raras. Houve duas inundações de grande escala nos últimos anos, mas em geral também estas são raras. Não há notícia de sismos destrutivos.

Economia da Alemanha

Economia da Alemanha.

A Alemanha é a terceira economia mundial em termos de PIB (Produto Interno Bruto) (depois dos EUA e do Japão). São de capital alemão empresas como: Adidas, Basf, Bayer, BMW, Porsche, Daimler Chrysler, Boehringer Ingelheim e Deutsche Bank, Volkswagen o que mostra a força econômica da Alemanha em vários segmentos de mercado. A segurança social tem um peso muito grande na economia e os alemães têm direitos sociais muito extensos. Os sistemas de Segurança Social têm uma longa tradição, que remonta ao governo de Bismarck, nos finais do século XIX. Há um conjunto de sistemas (ou caixas) que recebem contribuições dos seus membros (uma percentagem dos rendimentos) e cobrem os custos (por exemplo as facturas de consultas médicas) sempre que necessário, num sistema semelhante ao dos seguros (Ver por exemplo Berufsgenossenschaft, o sistema que cobre os acidentes de trabalho e doenças profissionais). Antes de perder o poder em outubro de 2005, o governo Social Democrata (SPD) de Gerhard Schröder tentou reformar a segurança social com o objectivo de reduzir o seu peso sobre a economia. A reunificação teve um impacto significativo no crescimento da parte ocidental da Alemanha.

Demografia da Alemanha

 Demografia da Alemanha.

A Alemanha é o segundo país da Europa em população, superado apenas pela Rússia. A afluência à zona ocidental de alemães de outros pontos do país e de imigrantes de diferentes nacionalidades, assim como a tendência ao estancamento do crescimento vegetativo, têm sido as principais características da evolução demográfica.

A maior parte da população descende de diversos grupos germânicos que se estabeleceram na região centro-européia no primeiro milênio antes da era cristã. Esses grupos partilhavam a mesma língua, embora expressa em muitos dialetos, mas apresentavam características étnicas heterogêneas que se acentuaram ao longo da história em conseqüência da fusão com outros povos, como os celtas e os eslavos.

Na moderna Alemanha, as diferenças humanas e lingüísticas das várias regiões se atenuaram, embora a prolongada divisão política tenha gerado certas peculiaridades culturais que distinguem os alemães do leste daqueles do oeste. A chegada de imigrantes à Alemanha ocidental na segunda metade do século XX compensou as perdas humanas ocasionadas pela Segunda Guerra Mundial, estimadas em cerca de três milhões de pessoas, na maioria jovens do sexo masculino.

Além da população de origem germânica, convivem na antiga Alemanha ocidental diversas minorias étnicas de nacionalidade alemã, como judeus, eslavos e dinamarqueses, assim como franceses descendentes dos huguenotes fugidos de seu país no fim do século XVII. Os trabalhadores imigrantes, chegados à Alemanha sobretudo nas décadas de 1960 e 1970, eram principalmente turcos, iugoslavos, italianos, gregos, espanhóis e portugueses.

Na Alemanha oriental, que constituiu um país autônomo de 1949 a 1990, as perdas humanas provocadas pela guerra foram compensadas com o ingresso de vários milhões de alemães expulsos da Polônia, da Tchecoslováquia e da Hungria. Contudo, as dificuldades econômicas derivadas do pagamento das indenizações de guerra e da política de coletivização estimularam o movimento migratório para a Alemanha ocidental, calculado em 1,7 milhão de pessoas.

A interrupção do crescimento da população da Alemanha e mesmo a redução desta se incluem entre as características mais notáveis da evolução do país nas últimas décadas do século XX, tanto na zona ocidental como na oriental. Isso se traduz num envelhecimento da população, isto é, no aumento dos grupos de idade mais alta em relação à população jovem, em conseqüência dos baixos níveis de natalidade e do prolongamento da expectativa de vida.

Cultura da Alemanha

As contribuições da Alemanha para o património cultural da humanidade são numerosas, o que leva alguns autores a aceitar o "Génio Alemão", celebrado no Romantismo (uma das fases da história da arte onde a Alemanha teve uma proeminência invejável). País conhecido por muitos como das Land der Dichter und Denker (A terra dos poetas e dos pensadores), a Alemanha foi o berço de vultos importantíssimos na história da arte, como se pode verificar nas várias secções deste artigo. Já para aqueles que vêem no romantismo alemão o signo do nacionalismo e o pendor irracional que culminaria em Adolf Hitler, Karl Kraus forneceu um lema alternativo: Em vez de "Land der Dichter und Denker", Kraus chama-lhe "Land der Richter und Henker" (terra dos juízes e carrascos). Ver também Sturm und Drang.

O país é um centro tradicional da ciência na Europa. Especialmente no século passado, as pesquisas foram revolucionárias. Cerca 1/3 dos prémios Nobel (química e física) foram laureados os cientistas alemães entre 1901 e 1933. Entre outras pessoas, Einstein e Planck, os mais conhecidos, alteraram a rota da física neste período com as teórias deles.

A língua alemã e os seus dialectos foram, outrora, a lingua franca da Europa Central, oriental e setentrional. Hoje, o alemão é uma das línguas que despertam mais interesse por parte dos estudantes de línguas em todo o mundo principalmente por causa da possibilidade que o governo aos poucos está conseguindo dar aos estudantes estrangeiros que pretendem estudar na Alemanha. Muitas figuras históricas, ainda que não sendo alemãs, no sentido moderno da palavra "alemão", estiveram imersas na cultura germânica, como é o caso de Wolfgang Amadeus Mozart, Gustav Mahler, Franz Liszt, Immanuel Kant, Franz Kafka, Copérnico ou Franz Joseph Haydn (compositor da melodia do Hino Nacional Alemão).

Religião da Alemanha

A maior confissão religiosa na Alemanha é protestante na tradição de Martinho Lutero (cerca de 45%). Segue-se o catolicismo, a uma pequena diferença percentual. Alemanha. Desde Martinho Lutero e a Reforma Protestante que a Alemanha foi o palco de conflitos religiosos entre os protestantes (Luteranos), geralmente mais fortes no norte, e os católicos, regra geral mais numerosos no sul. No entanto, a distribuição das religiões está longe de ser homogênea. Na Alemanha prevaleceu o princípio Cuius regio, eius religio. Uma região marcada pelo feudalismo, na Alemanha do tempo dos conflitos religiosos os súbditos tinham de adoptar a religião defendida pelas autoridades (os nobres) da região em que vivem. Caso contrário, eram frequentemente obrigados ao exílio. O resultado desta evolução é uma manta de retalhos quanto às confissões religiosas e o atrso da unificação alemã que já aspirava por isso antes da Reforma Protestante. Zonas maioritariamente católicas são a Baviera (praticamente toda a Baviera, um estado conservador), a zona do Reno (Colónia, Bona, Koblenz, Alemanha). Zonas maioritariamente protestantes são os estados do leste e do Norte (Berlim, Hamburgo) e Baden-Württemberg (Estugarda) no sudoeste. Nestas regiões a maioria da população é luterana (ou evangélica, como eles costumam dizer). No norte, ao longo da fronteira com a Holanda há também a presença de calvinistas (ou igreja reformada, como eles se intitulam).

Alemanha Ocidental

Alemanha Ocidental

era o nome vulgar da República Federal da Alemanha, entre 1949 e 1990. Era também freqüentemente referida pela sigla RFA em oposição a RDA da Alemanha Oriental.

O actual Estado alemão, mantido durante a reunificação, foi criado em 1949 com o fim da ocupação aliada após a Segunda Guerra Mundial. Na ocasião, o território alemão foi reduzido e repartido entre os setores norte-americano, britânico e francês (que, juntos, formaram a Alemanha Ocidental) e o setor soviético (que foi transformado em República Democrática Alemã, ou Alemanha Oriental).

A capital da Alemanha Ocidental foi transferida para a cidade de Bonn, na Renânia, mas o governo conseguiu manter a posse sobre parte de Berlim, igualmente dividida em zonas ocidental e oriental, embora totalmente situada dentro do território da Alemanha Oriental.

A Alemanha atual é o mesmo Estado (República Federal da Alemanha) agregando o território da antiga República Democrática Alemã.

Alemanha Oriental

<>Alemanha Oriental, Alemanha do Leste ou RDA era o nome vulgarmente usado para designar a antiga República Democrática Alemã (em alemão Deutsche Demokratische Republik ou DDR), criada em 1949 com o fim da ocupação da Alemanha pelos aliados, após a II Guerra Mundial, quando o território alemão foi repartido entre os sectores estadunidense, britânico, francês e soviético. O sector soviético daria origem à República Democrática Alemã (RDA), enquanto que a junção dos outros três formou a República Federal Alemã (RFA), ou Alemanha Ocidental.

durante a A RDA foi proclamada em Berlim Oriental no dia 7 de Outubro de 1949. Foi declarada totalmente soberana em 1954. Tropas soviéticas continuaram no terreno com base nos acordos de Potsdam, tendo em vista contrabalançar a presença militar dos Estados Unidos da América na República Federal AlemãGuerra Fria. A RDA foi um membro do Pacto de Varsóvia.

A capital da Alemanha Oriental manteve-se em Berlim, enquanto que a capital da RFA foi transferida para Bona (Bonn). No entanto, Berlim foi também dividida em Berlim Ocidental e Berlim Oriental, com a parte oriental controlada pela RFA, apesar da cidade estar totalmente situada em território da RDA.

A 3 de Outubro de 1990 ocorreu a reunificação dos territórios com a antiga República Democrática Alemã a juntar-se à República Federal Alemã formando a actual Alemanha. (algumas pessoas consideram que a RDA foi efectivamente anexada à RFA).


A Alemanha é um Estado federal da Europa central membro da União Europeia


Alemanha Ocidental

Alemanha Ocidental

era o nome vulgar da República Federal da Alemanha, entre 1949 e 1990. Era também freqüentemente referida pela sigla RFA em oposição a RDA da Alemanha Oriental.

O actual Estado alemão, mantido durante a reunificação, foi criado em 1949 com o fim da ocupação aliada após a Segunda Guerra Mundial. Na ocasião, o território alemão foi reduzido e repartido entre os setores norte-americano, britânico e francês (que, juntos, formaram a Alemanha Ocidental) e o setor soviético (que foi transformado em República Democrática Alemã, ou Alemanha Oriental).

A capital da Alemanha Ocidental foi transferida para a cidade de Bonn, na Renânia, mas o governo conseguiu manter a posse sobre parte de Berlim, igualmente dividida em zonas ocidental e oriental, embora totalmente situada dentro do território da Alemanha Oriental.

A Alemanha atual é o mesmo Estado (República Federal da Alemanha) agregando o território da antiga República Democrática Alemã.

O Muro de Berlim, Alemanha

O Muro de Berlim foi um símbolo vivo da divisão da Alemanha em duas entidades, a República Federal Alemã e a República Democrática Alemã. Este muro, além de dividir a cidade de Berlim ao meio, simbolizava a divisão do mundo em dois blocos ou partes: o Bloco Ocidental, que era constituído pelos países democráticos encabeçados pelos Estados Unidos da América, e o Bloco de Leste, constituído pelos países simpatizantes do regime soviético.

Construído na madrugada de 13 de Agosto de 1961, dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme, 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. Este Muro provocou a morte a 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de o atravessar.

O Muro de Berlim caiu no dia 9 de Novembro de 1989, acto inicial da reunificação das duas Alemanhas, que formaram finalmente a República Alemã, acabando também a divisão do mundo em dois blocos. Muitos apontam este momento também como o fim da Guerra Fria.

Atualmente (2005) o município de Berlim está incrementando ainda mais o turismo incentivando a visitação do muro derrubado. Inclusive estão a preparar a reconstrução de trechos do muro para poder mostrar aos turistas como era este símbolo vivo da divisão da Alemanha em duas entidades. Além da reconstrução de alguns trechos, a intenção é marcar no chão o percurso que o muro fazia quando estava erguido.

História Alemanha

Antes da construcção do muro

Percurso do muro e postos fronteiriços (1989)
Percurso do muro e postos fronteiriços (1989)

No resultado da Segunda Guerra Mundial, os vencedores da guerra decidiram na conferência de Yalta dividir a Alemanha em quatro zonas de ocupação, cada uma ocupada e administrada por uma das forças de ocupação (EUA, URSS, Reino Unido e França). Berlim, sendo a capital do Império Alemão, também foi dividida em quatro setores. Ao mesmo tempo, a Guerra Fria começou entre Leste e Oeste. Berlim se tornou um campo de batalha entre vários serviços secretos. Nos Estados Unidos, falou-se da bomba atômica mais barata e duma seta na carne da União Soviética. Em 1948, o Bloqueio de Berlim foi a primeira grande crise da Guerra Fria.

Em 1949, nas três zonas occidentais, foi fundada República Federal da Alemanha (RFA). Pouco depois, na zona de ocupação soviética, foi estabelecida a República Democrática Alemã (RDA). Então, pela fundação de dois estados, a divisão da Alemanha foi politicamente aprofundada. Nos dois lados, começaram-se a melhorar as instalações fronteiriças. Inicialmente, eram empregados somente policiais e soldados fronteiriços, depois utilizaram-se cercas no lado oriental. Formalmente, Berlim era uma cidade de quatro setores demilitarizada, independente dos dois estados alemães. Praticamente, isto não significava muito, Berlim-Oeste transformou-se em um dos estados federais alemão-occidentais, mandando deputados sem direito de voto no Bundestag. Berlim-Leste, entretanto, foi declarada capital da RDA.

A intensificação da Guerra Fria teve como conseqüência o embargo tecnológico COCOM, uma permanente guerra diplomática, e meaças militares. A divisa entre as duas Alemanhas tornou-se a divisa entre o COMECON e a Comunidade Europeia, entre a OTAN e o Pacto de Varsóvia, portanto entre dois blocos políticos, ideológicos, econômicos e culturais, oficialmente inimigos na Guerra Fria.

Desde o estabelecimento da RDA, grande número de cidadãos emigravam à RFA. O fluxo de refugiados passava principalmente por Berlim, porque a divisa Oeste à RFA já era rigidamente controlada na época. Então, entre 1949 e 1961, 2,6 milhões de pessoas saíram da RDA, destas 47433 só em Agosto de 1961, antes da construção do muro. Além disso, Berlim Oeste foi a possibilidade para muitos checos e polacos jovens de fugir do Leste. Como a maioria eram pessoas jovens bem-educadas, esta emigração ameaçou o potencial economico da RDA, e finalmente também a existência do Estado. Ao mesmo tempo, cerca de 50000 habitantes de Berlim Leste trabalhavam em Berlim Oeste, mas moravam de condições favoráveis no território da RDA. Estes Grenzgänger (trabalhadores de fronteira) provocavam muita insatisfação entre a população de Berlim Leste.

Dia 4 de Agosto de 1961, o governo municipal de Berlim Leste ordenou que todos estes Grenzgänger se registrassem com a polícia, e que pagassem todos os alugueres em dinheiro occidental. A polícia controlava rígidamente as ruas que conectavam o Leste com o Oeste, em procura de desertores da república e contrabandistas. O comércio de produtos alimentares, comprados na Alemanha Oriental e vendidos na Alemanha Occidental, era muito lucrativo para pessoas que viviam ou trabalhavam em Berlim Oeste, mas enfraquecia o sistema de economia planificada do Leste. O bloqueio total das divisas por meio da construção dum muro então devia deter o fluxo de pessoas saindo do Estado dos Trabalhadores e Fazendeiros.


Construção do muro Alemanha

Os planos da construção do muro eram um secrego do governo da RDA. Poucas semanas antes da construção, Walter Ulbricht, líder da RDA na época, ainda respondeu a uma pergunta duma jornalista da Alemanha Ocidental:

Vou interpretar sua pergunta de jeito que na Alemanha Ocidental existem pessoas que desejam que nós mobilizemos os trabalhadores da capital da RDA para construir um muro. Eu não sei nada sobre tais planos, sei que os trabalhadores na capital estão ocupados principalmente com a construção de apartamentos e que suas capacidades são inteiramente utilizadas. Ninguém tem a intenção de construir um muro!

Assim, Walter Ulbricht foi o primeiro político de utilizar a palavra muro neste contexto, dois meses antes da sua construção.

Os governos ocidentais tinham recebido informações sobre planos drásticos, parcialmente por pessoas de conexão, parcialmente pelos serviços segretos. Sabia-se que Walter Ulbricht havia pedido a Nikita Kruschov, numa conferência dos Estados do Pacto de Varsóvia, a permissão de bloquear as fronteiras a Berlim Ocidental, incluindo a interrupção de todas as linhas de transporte público.

Depois desta conferência, anunciou-se que os membros do Pacto de Varsóvia intentassem inibir os actos de perturbação na fronteira de Berlim Ocidental, e que propusessem implementar um guarda e controle efectivo. Dia 11 de Agosto, a Volkskammer confirmou os resultados desta conferência, autorizando o conselho dos ministros às medidas necessárias. O conselho dos ministros decidiu dia 12 de Agosto usar as forças armadas para ocupar a fronteira e instalar gradeamentos fronteiriços.




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Fonte: http://pt.wikipedia.org/

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